sexta-feira, 2 de março de 2012

Filme Menino de Carvão



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Gravado no município de Senador Pompeu (CE), na comunidade de Oiticica, Distrito de Engenheiro José Lopes e sede do município, entre os meses de novembro e dezembro de 2008, com roteiro e direção de Fram Paulo. Equipe técnica formada por alunos da oficina de audiovisual, interpretação dos atores do núcleo de teatro e trilha sonora original de Carlos Ney, músico de Senador Pompeu.

O filme MENINO DE CARVÃO pretende contribuir para a discussão  sobre a questão das relações familiares no tocante à violência doméstica e a exploração do trabalho infantil pelos próprios familiares. O filme traz à tona a questão da violação de direitos básicos das crianças previstos em Lei.

A ficção se passa em uma comunidade isolada do município de Senador Pompeu. Uma família que vive da produção de carvão. O pai, a mãe e um filho. O menino de 6 anos de idade, que nunca foi à escola, vive trabalhando com o pai na caieira de carvão e ajudando a mãe nos afazeres de casa, restando assim pouco tempo para brincar e não podendo para ir à escola.


Elenco:
Eltanin Alighiere
Erick Vandick
Sherida Sousa
Cícero da Silva
Maria Elcelane
Polinne Lima
Fram Paulo

Ficha Técnica:

Roteiro e Direção - Fram Paulo
Câmera - Washigton Alves
Som direto - Ivanildo Teixeira
Edição: Fram Paulo e Karla Samara
Assistência: Lucas Souza, Cícero Gerlânio e Alex Pedrosa
Still: Karla Samara
Designer Gráfico: Paulo Eduardo
Trilha Sonora: Carlos Ney


COMENTÁRIOS:



Tenho certeza que o filme toca todos àqueles que vivenciaram e vivenciam aquele cenário da nossa terrinha Senador Pompeu. O cemitério da barragem que é magico, o açude patu, as estradas de terra. O filme fez um flash back na minha cabeça de imagens da minha infância e adolescência... Parabéns toda equipe ... Está show o filme ...

Salvador Holanda
23/04/2012 - Via e-mail.

Caro Fram Paulo,

Assisti com toda a atenção ao filme  que mostra muito bem a realidade do nosso povo sertanejo. Um filme emocionante, útil, realista e educativo. Fiquei muito triste pela lembrança dos  fatos, paisagens, modus vivendi do homem desprovido de cultura, da vida familiar  do casal, da brutalidade presente no dia a dia. É, na realidade um retrato fiel do homem rude, bruto, que encara a educação como fator desprezível. 
Pela paisagem rústica do lugar, mostrando o solo ressequido e árvores desprovidas do verde, uma casinha que se mostra apenas como adorno uma miserável mesinha, um fogão a lenha, uma mulher de fibra suportando a ignorância do marido. É um fato comum nos lares sertanejos.  O desfecho do filme foi de ótima percepção, quando aliado a coragem do Menino de Carvão, trouxe uma lição de vida: desejo de estudar. Se a Secretaria de Cultura  das escolas públicas ou particulares infantis encampassem seu projeto, daria uma lição de vida a toda criançada, especialmente o corpo docente de cada escola. 
Fraternalmente agradecido - Haroldo Felinto. 
Por e-mail em: 01/04/2012


O curta-metragem é de um realismo impressionante! Evocando cenários do nosso querido Senador (o sertão agreste, o Monte Patu, o banho de açude ...) desnuda a realidade de muitas crianças que se fizeram adultas sem a materialização sequer do mais básico à existência do Ser neste Planeta: o direito ao amor, à educação, a um futuro digno, à vida em plenitude. Se é bem verdade que temos a viva esperança de que esta triste estatística das crianças fora da escola esteja mudando no Brasil, há dados preocupantes sobre o trabalho infantil em toda a parte, como também os números da violência sobre nossas crianças!!! O filme é um grande alerta à consciência e uma mexida na atitude de todos! Parabéns ao Fram Paulo, produtores, atores e apoiadores. Geraldo Botão - Fortaleza - Ce. (Bancário aposentado/Prof. Universitário )
Por Geraldo Inácio Botão em Filme Menino de Carvão em 14/03/12

FOTOS:



















Fotos: karla Samara

Um comentário:

  1. Geraldo Inácio Botão14 de março de 2012 04:36

    O curta-metragem é de um realismo impressionante!Evocando cenários do nosso querido Senador (o sertão agreste, o Monte Patu, o banho de açude ...) desnuda a realidade de muitas crianças que se fizeram adultas sem a materialização sequer do mais básico à existência do Ser neste Planeta: o direito ao amor, à educação, a um futuro digno, à vida em plenitude.

    Se é bem verdade que temos a viva esperança de que esta triste estatística das crianças fora da escola esteja mudando no Brasil, há dados preocupantes sobre o trabalho infantil em toda a parte, como também os números da violência sobre nossas crianças!!!

    O filme é um grande alerta à consciência e uma mexida na atitude de todos!

    Parabéns ao Fram Paulo, produtores, atores e apoiadores.

    Geraldo Botão - Fortaleza - Ce. (Bancário aposentado/Prof. Universitário )

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